Sei que nem todos os americanos são selvagens. Mas há de certeza muitos por lá. Só essa existência explica que o respectivo Estado admita a morte como uma resposta socialmente aceitável ao que quer que seja. Não é. A morte não é nunca expressão de justiça. É apenas a manifestação do mais inqualificável despudor. Desprezar a vida não é próprio de gente de bem. Nem de um mundo de bons. É apenas uma vergonha. A maior que consigo conceber.
(lido no 31 da Armada)
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