terça-feira, 31 de maio de 2011

O PS está a mentir aos portugueses...

(Expresso)




Concedo que, em 2009, o PS não estava a mentir. Estava só iludido, pobrezinho.

Concedo que, vá, o PS foi apenas irresponsável e irracional do ponto ideológico quando desprezou o problema da dívida.

A Ferreira Leite era uma velhinha, coitadinha, que não sabia o que estava a dizer, burrinha, o endividamento não era um problema, ora-essa-queremos-a-nossa-modernidade, o PS podia continuar a pedir dinheiro emprestado para fazer as suas estradas e TGVs.


segunda-feira, 30 de maio de 2011

Lembrando...

Fonte: AMECO



E depois ainda têm lata para dizer que os culpados são os que não aprovaram o PEC IV...

domingo, 29 de maio de 2011

"Não sei do está a falar..."



"Não sei do está a falar..."

Pois não sabe, não...

A “inflicidade” é uma coisa muito relativa

Colhido no "Blasfémias"

 

Santana Castilho escreve hoje no PÚBLICO sobre as Novas Oportunidades: (os realces são meus)

«Quando se fala de diplomar a ignorância, refere-se, por exemplo, a atribuição de um certificado de ensino secundário a alguém que, ao redigir uma das famosas dissertações autobiográficas da ordem, se expressa como ilustrado neste naco de prosa, transcrito de um documento que serviu para certificar: (12º ano, lembro)

“… Como já disse anteriormente tenho um filho e uma filha, em que ele è mais velho cinco anos … Ando sempre a fazer-lhe ver as coizas. até já lhe tenho dito se tiver a inflicidade de falecer nôvo paça a ser ele o homem da casa e tomar conta da mãe e mana, mas para eleé difícil de compreender as coisasezes mas tantas vezes lhe faço ver as coizas que acabo por compreender as situações e acaba por me dar razão e por vezes até me pede desculpa e que para a procima já não comete os mesmos erros. Ele tem o espaço dele com a mãe em que não me intrumeto, desde mimos e converças porque graças s Deus nem eu nem ele temos siumes um do outro com a mãe…”


Quando o designado “júri” certificou este candidato, a prosa transcrita estava certamente corrigida por um professor escravizado, com filhos para alimentar e renda de casa para pagar, contratado à jorna por um CNO (Centro de Novas Oportunidades), que só é financiado pela famigerada ANQ (Agência Nacional para a Qualificação) se “cumprir os objectivos”, isto é, se emitir x certificados de nível básico e y de nível secundário. O problema é que a um candidato que se expressa assim seja outorgado um certificado de ensino secundário. O problema entende-se vendo as dezenas de milhões de euros gastos em publicitar este logro e retrocedendo na lógica socialista:

se não se certificam os candidatos, os centros não têm clientes;

se os centros não têm clientes, nem cumprem os objectivos, não recebem dinheiro;

se não recebem dinheiro não pagam aos professores contratados à jorna;

e se estes não alinham no logro, a sua subsistência complica-se e a dos filhos também.

É a vida a evidenciar a lógica da gestão por objectivos, sem ética»

sábado, 28 de maio de 2011

Tempo de crise

Prostitutas baixam preços a pedido de clientes em crise


As prostitutas de rua estão a fazer descontos a pedido de alguns clientes que se queixam da crise. As Irmãs Oblatas garantem que "tudo é negociável, menos o uso de preservativo".
E esta decisão já está em vigor:


Até tu, Almeida, já estas a ficar convencido?...




Ele próprio [José Sócrates] há-de querer fazer tudo para simplificar uma solução nacional. Ele é um patriota, não tenho a mínima dúvida sobre isso. Não estará agarrado ao poder, é evidente. Pelo contrário! Vai sair disto cansadíssimo, estafado, e também precisa de repousar”.

Almeida Santos, no "Sol".

sexta-feira, 27 de maio de 2011

As tácticas imorais (i.e., nojentas) do PS


 
Usar imigrantes pobres para compor o cenário de uma campanha é muito, muito baixo, mesmo para José Sócrates. É mau demais para ser verdade. Ir aos subúrbios mais pobres de Lisboa para sacar uns apoiantes em troca de uma bifanas é um acto nojento. Não tem outro nome: é nojento, vil, baixo, porco. Estas pessoas estão ali, porque estão à espera de sacos de comida. É isto a tal sensibilidade social do PS e de Sócrates? Ir ao Martim Moniz sacar uns tipos para encher o mini-estádio que Sócrates usa ao longo do país é uma acção nojenta. Estas pessoas não sabem português, mas seguem o PS, porque, ora essa, o PS dá comidinha e passeio.
Isto é que é a famosa sensibilidade social do PS? É isto? Sensibilidade social é usar os mais pobres dos pobres para compor o marketing? Isto, meus amigos, é nojento. Isto ultrapassa vários níveis da decência. Isto não tem nada que ver com diferenças ideológicas. Isto tem que ver com um mínimo de moral, um mínimo de decência. E, ao fazer isto, o PS desceu muito, muito baixo. Isto nem sequer é amoral, nem sequer é uma daquelas amoralidade maquiavélicas típicas da acção política. Não. Isto é imoral, isto é uma imoralidade completa. Isto é nojento. Eu compreendo as dificuldades que o PS, coitadinho, está a enfrentar na hora de encontrar pessoas para compor a sua máquina-eleitoral-para-jornalista-de-TV-ver. Mas isso não legitima autocarros com centenas de imigrantes pobres retirados ali do Martim Moniz ou das manchas de desemprego de Massamá e afins. Isto passa todos os limites.
O PS errou ideologicamente na política económica. Uma coisa normal. O PS errou politicamente na gestão desse erro económico. Algo um pouco mais grave, mas, ainda assim, dentro do aceitável. Depois, o PS entrou numa espiral amoral de mentiras e omissões no sentido de ocultar os seus erros anteriores. Aliás, tem sido esse o estado do PS desde 2009: a amoralidade, algo que já está fora do aceitável. E, agora, em forma de cereja no topo do bolo, encontramos estas acções de campanha que só podem ser classificadas de imorais.
PS: espero que os indignados do costume, os donos da defesa das minorias façam alguma coisa em relação a isto.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A vergonha das novas fronteiras do PS

 



O caça ao voto do PS atingiu novas fronteiras.
Da insentatez e falta de decoro.
Já não convencendo os portugueses, passou a explorar estrangeiros, pobres imigrantes indianos e paquistaneses, para decoração das suas sessões da propaganda.
A troco de refeições e transporte.
Atingiu fronteiras proibidas e foi longe de mais.
Uma miserável indignidade.

A arte de aldabrar

 





"É curioso como alguns políticos conseguem colocar as questões de uma forma que apesar de quase terem levado o país à bancarrota, nada tiveram a ver com o caso,

e aqueles que nada tiveram a ver com a governação é que não têm direito a nada e são culpados de quase tudo.

Chamo a isto, pelo menos, demagogia!

O problema, é que 1 voto vale 1 voto, seja o votante informado ou não. E é aí que a demagogia ganha terreno, pois é mais fácil convencer com falácias os menos informados, do que apresentar reais argumentos para convencer seriamente a todos.

O que se pede, já que a situação do país é a que conhecemos, é que venha alguém com sentido de responsabilidade, que não seja visto como opositor político, que diga a verdade, alerte os cidadãos para os reais perigos, ou não, de uma política de continuidade."
 
(por Carlos Gomes - comentátio lido no ionline)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Tão cómico que ele é...

Colhido no 31 de Armada:

ouvido  na TSF

"não estamos a tratar o assunto com a seriedade que merece; eu conheço a secção da almirante reis e sei que esses cidadãos (paquistaneses) têm uma importante actividade política lá"

Francisco Assis



publicado por Rodrigo Moita de

Mouseland

terça-feira, 24 de maio de 2011

Deixa-me rir...

O desespero em horário nobre

(Alberto Gonçalves - DN)




Nunca achei que a destreza oratória constituísse um bom critério de avaliação dos políticos, que por mim podiam ser mudos sem grande prejuízo. A generalidade dos nossos comentadores discorda. Às vezes, os comentadores parecem julgar os candidatos eleitorais apenas pela lábia, opção a que têm direito mas à qual deviam conceder algum rigor.

Repare-se, a propósito, no mito erguido em volta de José Sócrates. De acordo com a maioria da opinião publicada nos últimos anos, o eng. Sócrates é insuperável em debates televisivos. Ninguém explica porquê: o homem é insuperável e pronto.

Curioso, na medida em que eu, que sou distraído, já vi o invencível eng. Sócrates perder debates. Na campanha em curso, então, vi-o perder dois dos primeiros três (Jerónimo, uma simpatia, não conta) e afundar-se embaraçosamente no quarto e último, por acaso o que lhe interessava. Após o enxovalho de sexta-feira, os estúdios dos diversos canais encheram-se de convidados que se confessavam surpreendidos pela prestação de Pedro Passos Coelho.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

O PS e os outdoors...

Para quem se comprometeu a não usar outdoors ( ver aqui, por exemplo ), este, em Évora, não está nada mal. Como dizia a Tia Maria: "É muito fácil governar com o dinheiro dos outros...!



(imagem retirada do blogue 31 da Armada)

domingo, 22 de maio de 2011

Oportunidades e indecências

in: http://oestadodaeducacao.blogspot.com/



A campanha eleitoral de Sócrates e do PS tornou-se, do ponto de vista polítco, uma indecência.
Há certamente algo de muito grave que, a todo o custo, Sócrates e o PS querem esconder dos portugueses. Só assim se compreende que ambos não olhem a meios para tentar impedir toda e qualquer iniciativa que pretenda escrutinar alguns dos domínios da actividade governativa.
Há cerca de mês e meio, a recusa liminar de uma auditoria às contas públicas foi o primeiro sinal objectivo de que algo de grave existe e que está escondido. O medo de que essa auditoria se fizesse tornou claro que Sócrates e o PS não querem que a realidade seja conhecida.
Se for verdade que quem não deve não teme, então, o temor a este propósito evidenciado por Sócrates e pelo PS fala por si.
Ontem, a recusa quase histérica de uma auditoria à qualidade das aprendizagens da Iniciativa Novas Oportunidades confirmou a suspeita de que algo de muito grave deve estar escondido nos meandros deste programa.
Se a Iniciativa Novas Oportunidades é um oceano de virtudes, se é um mundo de qualidade, de seriedade e de rigor, de onde surge o temor?

sábado, 21 de maio de 2011

Caímos?

Mantra







Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor.
Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor. Eu dei o meu melhor. Eu fiz o meu melhor...


Não há por aí ninguém que lhe explique que o melhor dele é muito mau?



(copiado do 31 da Armada)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Subimos?

(in Alternativa 7)

Que comovente!...



É preciso ter lata...

Jogar às eleições

Para mim, a popularidade das sondagens continua a ser um mistério maior, que nenhuma ficha, por mais técnica que seja, consegue elucidar.

É certo que as sondagens não prometem exactidão. É uma atitude sensata, já que até a física só à condição é que promete que a água ferva a 100 graus centígrados. No entanto as fichas técnicas reclamam "margens de erro" reduzidíssimas, o que, sendo compreensível do ponto de vista da credibilidade comercial do produto (pois as sondagens são um negócio), suscita mais interrogações que respostas.

A mais recente sondagem da Intercampus para o "Público" e a TVI sobre as intenções de voto (só esta expressão, "intenções de voto", é um mundo) nas próximas eleições põe o PSD com 0,7% de vantagem sobre o PS. Há três dias, em outra sondagem da mesma empresa, era o PS que tinha 2,9% de vantagem sobre o PSD e, quatro dias antes, tinha o PSD 1,1% de vantagem.