sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Bai tudo vem.




(Foto e texto retirados do site do "Correio da Manhã")





O líder comunista questionou esta sexta-feira o primeiro-ministro sobre "que sucesso é este" que o Governo anuncia na economia portuguesa, acusando o executivo de alinhar com a Alemanha no "acinte à Grécia", no debate parlamentar quinzenal.

Passos Coelho recusou a ideia, reiterou que Portugal tem vindo a ajudar a Grécia, desejando que o governo helénico "encontrasse uma boa solução" junto das instituições europeias.

O líder do executivo frisou estar somente a defender as suas próprias "convicções".

"Como pode dizer que está tudo bem?

Que sucesso é este que empurrou centenas de milhares de portugueses para a emigração?

Que sucesso é este?

A dívida aumentou para níveis insustentáveis.

O primeiro-ministro coloca-se sempre na posição de defensor dos credores.

Consideramos que também os devedores têm direitos.

Um dia não vamos poder pagar.

Deixe-se dessa conversa de que tudo vai bem",

pediu Jerónimo de Sousa.

Bom dia!




Bom dia!

O que é um bom aluno?




quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O poeta é um fingidor





terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Platão







segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Êxodo 2015 e outros êxodos mais baratos

EXPRESSO CURTÍSSIMO
(cortando no Expresso Curto de hoje - 16 de Fevereiro de 2015 )



Hoje por Martim Silva
Editor-Executivo


ÊXODO 2015


Bom dia,
Somos Todos Judeus!

Um mês depois dos terríveis atentados de Paris, o terrorismo islamita volta a atormentar a Europa.

Em Copenhaga, novamente um ataque contra a liberdade de expressão e novamente um ataque contra alvos judeus.

De acordo com as últimas informações, Omar el-Hussein, um jovem de 22 anos natural da Dinamarca, com um longo cadastro criminal, foi o responsável pelos atentados do fim de semana que “copiaram” os ataques de janeiro em Paris.

[…]

O receio de uma vaga anti semita e de novos atentados contra os judeus cresce pela Europa depois dos ataques de Copenhaga. A primeira-ministra da Dinamarca multiplicou-se em declarações, garantindo que este não é um conflito entre muçulmanos e não muçulmanos.

[…]

O primeiro-ministro de Israel apelou ao regresso dos judeus a Israel, dizendo que seriam muito bem recebidos no seu país. Ora, uma tal reação já tinha sucedido em janeiro depois dos ataques ao Charlie Hebdo e a um supermercado kosher em Paris.

A verdade é que o número de imigrantes judeus a afluírem a Israel está a crescer, atingindo já o valor mais elevado da última década.



Como se não bastassem estes acontecimentos, o Estado Islâmico divulgou um vídeo em que se mostra a execução de pelo menos uma dezena de cristãos coptas egípcios que tinham sido raptados na Líbia.

[…]

E o Governo de Israel já adotou um plano de encorajamento de acolhimento de imigrantes judeus vindos de países como a França, a Bélgica e a Ucrânia.

Mas o convite ao abandono dos judeus da Europa é uma declaração que em si mesma pode encerrar uma vitória do terror sobre a democracia e a convivência multiétnica, multicultural e multi-religiosa.

O Rabi Jair Melchior, da comunidade judaica em Copenhaga, criticou as palavras do chefe do governo israelita : “o terror não é uma razão para se fugir para Israel”.

Ao mesmo tempo, o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, respondeu dizendo que o local para os judeus franceses… é França.

Eis desde já uma vitória do terror: o medo.















OUTRAS NOTÍCIAS LÁ FORA

[…]

O tão excêntrico como bom futebolista sueco Zlatan Ibrahimovic voltou a surpreender. Marcou um golo acrobático (nada de novo) tirou a camisola para festejar (nada de novo) e apareceu todo tatuado (já tinha várias tatuagens mas agora apareceu com o tronco coberto de inscrições. Mas a surpresa não acaba mesmo aqui: trata-se de uma ação humanitária. Sim, isso mesmo, uma ação do PAM (Programa Alimentar Mundial), das Nações Unidas.  ^





PS: aparentemente, as tatuagens são temporárias

FRASES

“Opinião pública considera que o nível de desigualdade social é aceitável”, afirma Alfredo Bruto da Costa ao Diário Económico, explicando porque é difícil reduzir-se as desigualdades sociais em Portugal. E acrescenta que “O Presidente da República devia ter mais poderes”

 “Hoje estou numa atitude de protesto e de solidariedade. Trouxe um chapéu grego para exprimir a minha solidariedade com o Syriza, por isso, levanto a minha voz: não pagamos, não pagamos!”



Alberto João Jardim falando aos jornalistas no último desfile de Carnaval da Madeira a que assistiu como chefe do Governo regional.


sábado, 14 de fevereiro de 2015

Será que mentiu?


Lemos isto (no TVIonline):


O primeiro-ministro ouviu as «preocupações» de Alexis Tsipras,

mas avisou que é no «quadro» do programa de resgate

que «devem ser discutidos quaisquer alterações ou ajustamentos».

E destacou ainda que Portugal foi, «de longe»,

o país que mais ajudou a Grécia,

quando comparados os «esforços» ao PIB.


e depois isto:



Será que o homem mentiu?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Enquanto nos deixarem votar...



Estranhezas..


A Mim Parece-me Estranho (Ou Não) Que Quem Criticou Soares…
… pelo seu intervencionismo político no 2º mandato, envolvendo-se de forma clara em disputas partidárias, faça agora algo parecido ou pior, quando comenta governos estrangeiros, depois de ter feito a exaltação da neutralidade da função presidencial.

Paulo Guinote. (no seu blogue “A Educação do Meu Umbigo”)

Há um Cavaco dentro do Presidente





Há um Cavaco dentro do Presidente

 




Passos Coelho já tinha estado mal com o seu
"conto de crianças".
Mas Cavaco Silva, seguindo a mesma linha,
conseguiu estar pior ao dizer
que já saíram para a Grécia
muitos milhões de euros
da bolsa dos contribuintes portugueses.
Como se Portugal não tivesse passado
por uma intervenção externa.
E se, durante o aperto do nosso programa,
outros chefes de Estado ou de Governo
dissessem o mesmo de nós?
Como reagiria Cavaco?
Quem falou
não foi o Presidente de todos os portugueses.

Não pode ter sido.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Enquanto nos deixarem votar...

NÓS somos mais do que ELES!

O artista crato

do jornal Oje


Ensino Artístico Abandonado Por Nuno Crato

6 Fevereiro, 2015
Já sabíamos que Nuno Crato não mantinha grande apreço pelo ensino artístico. Nos últimos 4 anos houve uma clara desvalorização das artes nos curriculos escolares e no seu mandato nada foi feito que evidenciasse qualquer respeito pelas artes enquanto formação cívica, cultural e humanística, condições indispensáveis numa educação consistente e abrangente. Basta ver o estado lamentável em que se encontra o edifício centenário do Conservatório Nacional de Lisboa.

O ensino artístico especializado cresceu exponencialmente nas últimas décadas. Sobretudo graças às escolas Profissionais e às do Ensino Particular e Cooperativo, sendo que estas se contam em mais de uma centena espalhadas pelo país. São financiadas por contratos de patrocínio ou protocolos de cofinanciamento público com o Ministério da Educação, para além das receitas próprias e de acordos com autarquias.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Como é possível?

The body of a woman killed by recent shelling 
lies on a street in the residential sector
in the town of Kramatorsk (Ucrânia)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Arrumações...

Democracia


sábado, 7 de fevereiro de 2015

A sério?...

Jorge Coelho diz que Nuno Crato é o pior ministro da Educação desde o 25 de Abril

António Vitorino interveio na mesma conferência em Setúbal, mas não disse uma palavra sobre as presidenciais.
Não sei que qualificações tem Jorge Coelho para dizer isto. Pois está enganado!... Nuno Crato foi ministro de quê? Da Educação ?! Ai Jorge, Nuno Crato não foi o pior ministro da Educação desde o 25 de Abril. Não. Nuno Crato pensou que era ministro... pensou... mas a pensar morreu um burro dizia a minha saudosa mãe.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Pecados...


Última hora !!!


Os executados

Luís Afonso, no Jornal de Negócios

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Yronika


(desconheço o autor)

MALDITA GRIPE !!!


domingo, 1 de fevereiro de 2015

A estupidez à solta



30/01/2015 - 07:28


Dezenas de analfabetos que gostam de se dar ares fizeram um escândalo com o aparente excesso de erros de ortografia, pontuação e sintaxe dos 2490 professores que se apresentaram à “Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades” (PACC).

Deus lhes dê juízo.

Para começar, não há em Portugal uma ortografia estabelecida pelo uso ou pela autoridade. Antes do acordo com o Brasil – um inqualificável gesto de servilismo e de ganância –, já era tudo uma confusão.

Hoje, mesmo nos jornais, muita gente se sente obrigada a declarar que espécie de ortografia escolheu. Pior ainda, as regras de pontuação e de sintaxe variam de tal maneira que se tornaram largamente arbitrárias. Já para não falar na redundância e na impropriedade da língua pública que por aí se usa, nas legendas da televisão, que transformaram o português numa caricatura de si próprio; ou na importação sistemática de anglicismos, derivados do “baixo” inglês da economia e de Bruxelas.

De qualquer maneira, a pergunta da PACC em que os professores mais falharam acabou por ser a seguinte:
O seleccionador nacional convocou 17 jogadores para o próximo jogo de futebol (para que seria?). Destes 17 jogadores, 6 ficarão no banco como suplentes. Supondo que o seleccionador pode escolher os seis suplentes sem qualquer critério que restrinja a sua escolha, poderemos afirmar que o número de grupos diferentes de jogadores suplentes (é inferior, superior ou igual) ao número de grupos diferentes de jogadores efectivos.”