sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A aranha do BPN

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Uma telenovela edificante - In memoriam

(JN)

 


O guião da telenovela Lusoponte, em cena há mais de uma década, foi pioneiro no uso do emocionante "plot" que são as Parcerias Público-Privadas, negócio em que, para efeitos de maquilhagem orçamental, o público corre os riscos e, por sua parte (por isso são "parcerias"), o privado fica com os lucros.
 
A concessão foi assinada em 1994 pelo ministro das Obras Públicas Ferreira do Amaral (PSD), hoje... administrador da Lusoponte, e revista em 2000 pelo ministro das Obras Públicas Jorge Coelho (PS), hoje CEO da Mota-Engil, um dos maiores accionistas da... Lusoponte.
 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Sem comentários...


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Ai! Crato, crato!


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

We have kaos in the garden



Infelizmente...

 
 
(Expresso Online)
 
Na passada quarta-feira, os deputados portugueses (não a totalidade, felizmente) deram não uma mas duas mostras de cobardia.

A primeira foi a recusa em votarem nominalmente a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2013 para sabermos quem subscreve ou não o documento mais violento em matéria fiscal que alguma vez o povo português teve de suportar.

A segunda foi a antecipação do fim do debate e imediata votação na parte da manhã, com conivência da presidente da Assembleia da República, para evitar que tal ocorresse à tarde, quando estavam preparadas várias manifestações à frente do Parlamento.

Foram duas inequívocas provas de cobardia e de quem tem medo de assumir as suas responsabilidades.

Quando em democracia, os deputados eleitos pelo povo têm medo desse mesmo povo que os elegeu, algo está mal e profundamente errado. Num momento em que os portugueses mais esperariam explicações dos representantes do povo, estes fogem cobardemente dos eleitores. É lamentável. E é o princípio do fim de alguma coisa


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-cobardia-dos-deputados=f764485#ixzz2BNO51dTg

Ver o que está certo e não fazê-lo é cobardia. (Frases Confuccionistas)

domingo, 4 de novembro de 2012

We have kaos in the garden



VERGONHA !!!

DA VERGONHA ... OU DA FALTA DELA

 
 
 

Segundo um estudo realizado aos 51 000 comentários colocados na página do FB do Primeiro-ministro entre o dia 8 de Setembro, o dia da famosa mensagem do pai e cidadão Pedro, e o dia 17 de Setembro, a palavra mais frequente foi “vergonha”.
 

Não me parece estranho, embora termos como sacrifício, austeridade e crise pudessem oferecer forte concorrência.
 

Na verdade, os dias que fizemos e nos fazem, são dias onde abunda a vergonha, por sentimento ou omissão.
 

Da vergonha que sentimos pela subserviência e aceitação indigna do dikat dos mercados assumido pela seus representantes, a troika, que transformou Portugal numa feitoria em administração delegada.
 

Da vergonha que se perdeu, passando de uma pobreza envergonhada a uma pobreza de mão estendida esmolando a sobrevivência.
 

Da vergonha pela perda da dignidade.
 

Da falta de vergonha que o despudor ético empresta a comportamentos e discursos que todos os dias nos insultam.
 

Da falta de vergonha que representa a manutenção de mordomias e protecção de privilégios insustentáveis.
 

Da falta de vergonha que permite, sem um sobressalto, condenar gente à pobreza e exclusão.
 
(lido no atenta inquietude)
 
NOTA: não me venham com a treta de que foram os outros (sempre os outros, todos sabemos que esses outros foram uma lástima) que... de que este é o único caminho que... de que estamos condenados a ser pobres... É claro que eu prefiro ser pobre de carteira do que pobre de espírito! Mas cada um (já não) come (se é que chega a comer) do que gosta.
Zé da Silva

sábado, 3 de novembro de 2012

Rubem Alves

Pensar é tudo!

Fora com os homens maus que nos tiram ou proibem o prazer de ler.

Vejam Rubem Alves...

Zé da Silva

We have kaos in the garden



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

(roubada ao Umbigo)

Que lindos!...



(copiado do Aventar)
 
Aqui só estão 130... O deputado do CDS que votou contra é:
 
(Rui Barreto)
 

A propósito de Egas Moniz...



(Tens corda ou queres que te empreste uma?)

We have kaos in the garden



quinta-feira, 1 de novembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Ah! Lurdes: eras má, mas não enganas ninguém, enquanto este...

(lido no blogue correntes)
Maria de Lurdes Rodrigues, a CEO da FLAD, disse à Agência Lusa, e a propósito da conferência "portugal e o holocausto - aprender com o passado, ensinar para o futuro", "(...)que o holocausto não deve ser matéria curricular(...)".
Quando penso nas causas que nos levaram à bancarrota, nunca me esqueço das nomeações deste género. A ex-ministra foi contemplada com a administração de uma das dez mais influentes organizações portuguesas no mundo depois duma passagem desastrosa pelo Governo e que o mainstream que vive na estratosfera das benesses ilimitadas não se cansa de aplaudir.
Maria de Lurdes Rodrigues tinha tanto de desconhecedora como de atrevida, como se sabe. No artigo que linquei tem algumas pérolas, com destaque para as seguintes afirmações: "(...)"não se deve ceder à tentação de transformar estas questões em matérias curriculares, devem ser tratadas no espaço de desenvolvimento da cidadania ou de projetos, de uma forma muito criativa e interdisciplinar, envolvendo os professores das áreas de Educação Tecnológica, História ou Geografia".(...)"
 
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"Educação Tecnológica" deve ser para verificar a calibração dos canos de gás que enriqueciam a atmosfera das câmaras de extermínio... Vá-se a uma oficina de Educação Tecnologógica e lixe-se, mulher (recuso-me a chamar-te senhora)
 
Zé da Silva

We have kaos in the garden




(vamos "roubando" algumas imagens do blogue com o mesmo nome)

Portasereia


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A ÉPOCA DO TIRO AO ESTADO SOCIAL

A ÉPOCA DO TIRO AO ESTADO SOCIAL

(lido no blogue Atenta Inquietude)

Não acompanho suficientemente de perto a situação noutros países para ter uma perspectiva comparativa, mas existe uma espécie de síndrome em Portugal que afecta a classe política com experiência de poder. Esta síndrome, a que poderemos chamar “sei muito bem o que deveria ser feito, mas quando fui ministro esqueci-me” é patente em muitíssimos ex-governantes oriundos dos partidos que já assumiram responsabilidades de governo.
 
O último exemplo é de Roberto Carneiro que entende hoje que pode ser benéfico "reavaliar as funções do estado na área da educação" embora, claro, ainda é cedo, não adiante muito sobre o quer exactamente dizer "reavaliar as funções do estado". Só faltava a imprescindível opinião de Roberto Carneiro que foi ministro da educação entre 1987 e 1991 e não "reavaliou" as funções do estado nesta área mas agora, os ventos são outros, os interesses também e torna-se necessário "reavaliar" as funções do estado. Parecer-me-ia mais interessante reavaliar as políticas educativas que nas últimas décadas têm sido seguidas.
 

Passos para o abismo




(c) Antero Valério