(roubada ao Umbigo)
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Que lindos!...
(copiado do Aventar)
Aqui só estão 130... O deputado do CDS que votou contra é:
(Rui Barreto)
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Ah! Lurdes: eras má, mas não enganas ninguém, enquanto este...
(lido no blogue correntes)
Maria de Lurdes
Rodrigues, a CEO da FLAD, disse à Agência
Lusa, e a propósito da
conferência "portugal e o holocausto - aprender
com o passado, ensinar para o futuro", "(...)que o
holocausto não deve ser matéria curricular(...)".
Quando penso nas causas que nos levaram à
bancarrota, nunca me esqueço das nomeações deste género. A ex-ministra foi
contemplada com a administração de uma das dez mais influentes organizações
portuguesas no mundo depois duma passagem desastrosa pelo Governo e que o
mainstream que vive na estratosfera das benesses ilimitadas não se
cansa de aplaudir.
Maria de Lurdes Rodrigues tinha tanto de
desconhecedora como de atrevida, como se sabe. No artigo que linquei
tem algumas pérolas, com destaque para as seguintes afirmações: "(...)"não
se deve ceder à tentação de transformar estas questões em matérias curriculares,
devem ser tratadas no espaço de desenvolvimento da cidadania ou de projetos, de
uma forma muito criativa e interdisciplinar, envolvendo os professores das áreas
de Educação Tecnológica, História ou Geografia".(...)"
====================================
"Educação Tecnológica" deve ser para verificar a calibração dos canos de gás que enriqueciam a atmosfera das câmaras de extermínio... Vá-se a uma oficina de Educação Tecnologógica e lixe-se, mulher (recuso-me a chamar-te senhora)
Zé da Silva
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
A ÉPOCA DO TIRO AO ESTADO SOCIAL
A ÉPOCA DO TIRO AO ESTADO SOCIAL
(lido no blogue Atenta Inquietude)
Não acompanho suficientemente de perto a
situação noutros países para ter uma perspectiva comparativa, mas existe uma
espécie de síndrome em Portugal que afecta a classe política com experiência de
poder. Esta síndrome, a que poderemos chamar “sei muito bem o que deveria ser
feito, mas quando fui ministro esqueci-me” é patente em muitíssimos
ex-governantes oriundos dos partidos que já assumiram responsabilidades de
governo.
O último exemplo é de Roberto Carneiro
que entende hoje que pode ser benéfico "reavaliar as funções do estado na área
da educação" embora, claro, ainda é cedo, não adiante muito sobre o quer
exactamente dizer "reavaliar as funções do estado". Só faltava a imprescindível
opinião de Roberto Carneiro que foi ministro da educação entre 1987 e 1991 e não
"reavaliou" as funções do estado nesta área mas agora, os ventos são outros, os
interesses também e torna-se necessário "reavaliar" as funções do estado.
Parecer-me-ia mais interessante reavaliar as políticas educativas que nas
últimas décadas têm sido seguidas.
domingo, 28 de outubro de 2012
Pedimos desculpa
Enganámo-nos no post anterior e disso pedimos desculpa aos leitores. Fomos contactados pelo sr. doutor Miguel Relvas que fez questão de nos enviar uma foto de uma das cadeiras invisiveis que fez:
porreiro
Miguel Relvas, além de ter precisado de fazer apenas quatro das 36 cadeiras da licenciatura da Universidade Lusófona, teve também equivalência a cadeiras que não existiam.
(portanto, deu com o rabo no chão...)
sábado, 27 de outubro de 2012
O Orçamento e a rua
(Daniel Oliveira - Expresso - 24 de Outubro)
Está na moda dizer que a rua não pode determinar
as escolhas do poder político. Compreendo o temor, mas era bom saber o que
é isso da "rua". A ideia de que nós elegemos um Parlamento e, a
partir desse momento, tudo o que esteja fora das instituições é indiferente ao
poder é, antes de tudo, pouco democrática. A democracia não se resume, nunca se
resumiu, ao voto. E o País não entra em hibernação entre eleições. As
pessoas reagem a medidas, os governos reagem à reação das pessoas. Há
instrumentos institucionais, políticos e sociais para impedir que os poderes
eleitos entrem em roda livre. É isso a democracia.
Quando os empresários reagiram à proposta da TSU
alguém considerou que o poder estava "na rua"?
Quando, há uns anos,
uma associação patronal encomendou um estudo sobre o novo aeroporto da Ota e o
governo recuou na sua proposta alguém se indignou com a cedência à
"rua"?
Quando o governo negoceia com os parceiros sociais alguém acha
que está a entregar o seu poder à "rua"?
Ou o nojo à "rua"
é apenas uma posição de classe, que considera que o povoléu não tem de se
envolver nas questões políticas através dos instrumentos que a democracia lhe
garante?
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
«Ganho 70 mil euros por isso cale a boca!»
«Ganho 70 mil euros por isso cale a boca!»
Discussão entre suposto funcionário da Orange para empregada chega
às televisões francesas
A discussão aconteceu na estação de comboios de França e chegou às televisões
pela estação Viroflay depois de um jovem de 15 anos, Valentín Reverdi, ter
filmado o sucedido com o seu telemóvel.
«Não tenho nenhum respeito pelos funcionários franceses. Ganho 70 mil euros e você ganha o salário mínimo. Assim, cale a boca», disse o homem, que afirmou trabalhar na empresa de telecomunicações francesa Orange.
A companhia de comboios confirmou o sucedido e a Orange já garantiu ao «Huffington Post» que vai abrir uma investigação para descobrir o funcionário.
Durante a discussão, que durou vários minutos, o homem humilhou a empregada: «Quando ganhar 70 mil euros como eu, poderá falar. Se não existissem pessoas como eu que pagam 10 mil euros em impostos, você não teria salário. Faria o quê? Viveria na rua».
«Em ganho 70 mil euros e você? Tem um salário de merda», insistiu o homem, até que a mulher responde: «Isto é ridículo. Exijo respeito, afinal sou uma pessoa como você».
«Pelo contrário, sou superior a ti».
Nota do Zé da Silva:
Sendo verdade, penso que ainda não perdemos o direito de lhe apertar o... os...
«Não tenho nenhum respeito pelos funcionários franceses. Ganho 70 mil euros e você ganha o salário mínimo. Assim, cale a boca», disse o homem, que afirmou trabalhar na empresa de telecomunicações francesa Orange.
A companhia de comboios confirmou o sucedido e a Orange já garantiu ao «Huffington Post» que vai abrir uma investigação para descobrir o funcionário.
Durante a discussão, que durou vários minutos, o homem humilhou a empregada: «Quando ganhar 70 mil euros como eu, poderá falar. Se não existissem pessoas como eu que pagam 10 mil euros em impostos, você não teria salário. Faria o quê? Viveria na rua».
«Em ganho 70 mil euros e você? Tem um salário de merda», insistiu o homem, até que a mulher responde: «Isto é ridículo. Exijo respeito, afinal sou uma pessoa como você».
«Pelo contrário, sou superior a ti».
Nota do Zé da Silva:
Sendo verdade, penso que ainda não perdemos o direito de lhe apertar o... os...
domingo, 21 de outubro de 2012
Gaspar, amigo, o povo não está contigo!
por NUNO SARAIVA (DN de 20 de Outubro)
Definitivamente, Portugal é um país de ingratos.
O altruísta ministro das Finanças, cujo único propósito na tarefa de destruir a economia portuguesa é retribuir "a dádiva" que o País lhe deu ao investir na sua educação ao longo de décadas, é um mal-amado e um incompreendido.
E vai daí, Vítor Gaspar decidiu que a maneira de corresponder ao esforço nacional na sua sabedoria é com um saque fiscal.
O País, manifestamente, não entende a sua generosidade.
O altruísta ministro das Finanças, cujo único propósito na tarefa de destruir a economia portuguesa é retribuir "a dádiva" que o País lhe deu ao investir na sua educação ao longo de décadas, é um mal-amado e um incompreendido.
E vai daí, Vítor Gaspar decidiu que a maneira de corresponder ao esforço nacional na sua sabedoria é com um saque fiscal.
O País, manifestamente, não entende a sua generosidade.
sábado, 20 de outubro de 2012
Prisioneiros
(por JOÃO MARCELINO - DN de hoje)
1 Passos e Gaspar obedecem à troika, aos objetivos e àquilo que entendem ser
a sua obrigação. A prova está neste Orçamento do Estado. Acreditam que assim
aplacam as fúrias dos mercados e merecerão a simpatia da Europa do Norte na
altura certa, ou seja, naquele momento fatal de incapacidade para cumprir que
inevitavelmente chegará. Sabemo-lo nós - e por maioria de razões o sabem eles
que falharam o controlo das contas este ano.
A oposição faz coro em uníssono porque a verdade é que se demonstrou que esta terapia agrava a doença. Até o FMI já o admite. Com um ajustamento feito à pressa, violento, vem a recessão, o défice aumenta, com ele a dívida nem sequer estagna. E a economia, em consequência de tudo isto, afunda-se, fechando empresas, rebocando os números do desemprego.
Nas ruas desaguam perigosamente cada vez mais descontentes.
Quem elegeu o Governo, porque queria um Estado reformado, mais pequeno, sente-se enganado.
Quem votou noutros partidos, ou nem sequer votou, nunca esperou grande coisa mas estava longe de imaginar a fúria fiscal em curso.
Toda a gente sabe que a vida vai piorar.
O País perdeu independência.
Pela terceira vez desde o 25 de Abril necessitou de ajuda externa. E isso também as pessoas debitam aos dirigentes políticos, sem conseguirem descortinar diferenças entre estes e os outros.
Iremos ver em que ambiente decorrerá a discussão do OE no Parlamento e nos espaços adjacentes.
2 Ainda assim, Paulo Portas entende que tem espaço para fazer política. Ou seja, arranjar um álibi que torne compreensível aos eleitores o facto de ser absolutamente incapaz de cumprir a palavra dada, a propósito de aumento de impostos, naqueles tempos inflamados em que verberava Sócrates ou até num momento mais recente quando escrevia aos militantes do PP mensagens para Portas e Gaspar...
A oposição faz coro em uníssono porque a verdade é que se demonstrou que esta terapia agrava a doença. Até o FMI já o admite. Com um ajustamento feito à pressa, violento, vem a recessão, o défice aumenta, com ele a dívida nem sequer estagna. E a economia, em consequência de tudo isto, afunda-se, fechando empresas, rebocando os números do desemprego.
Nas ruas desaguam perigosamente cada vez mais descontentes.
Quem elegeu o Governo, porque queria um Estado reformado, mais pequeno, sente-se enganado.
Quem votou noutros partidos, ou nem sequer votou, nunca esperou grande coisa mas estava longe de imaginar a fúria fiscal em curso.
Toda a gente sabe que a vida vai piorar.
O País perdeu independência.
Pela terceira vez desde o 25 de Abril necessitou de ajuda externa. E isso também as pessoas debitam aos dirigentes políticos, sem conseguirem descortinar diferenças entre estes e os outros.
Iremos ver em que ambiente decorrerá a discussão do OE no Parlamento e nos espaços adjacentes.
2 Ainda assim, Paulo Portas entende que tem espaço para fazer política. Ou seja, arranjar um álibi que torne compreensível aos eleitores o facto de ser absolutamente incapaz de cumprir a palavra dada, a propósito de aumento de impostos, naqueles tempos inflamados em que verberava Sócrates ou até num momento mais recente quando escrevia aos militantes do PP mensagens para Portas e Gaspar...
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