quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Um caso de buracos...


(RTP - 5 para a meia-noite)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

As touradas e o "caminho da estupidez" de Miguel Sousa Tavares

do site do Expresso


Segundo Miguel Sousa Tavares, em comentário à SIC, "acabar com as touradas em Portugal seria seguir o caminho da estupidez", isto porque "numa democracia as minorias são respeitadas desde que não façam nada contra as maiorias".

Que engraçado.

Será que para Miguel Sousa Tavares a maioria que não gosta de ver um animal ser sacrificado numa arena (para gáudio de meia dúzia) deve ser desrespeitada? Tem de fechar os olhinhos, virar costas e ter paciência? É esta então a "democracia" segundo Tavares? Parece que sim, senão vejamos mais esta pérola, elucidativa:

"Só vai a touradas quem quer. Eu não costumo frequentar touradas mas isso não me dá o direito de querer proibi-las".

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O futuro

domingo, 9 de outubro de 2011

Sopa

lido no http://desertodosara.blogspot.com/

O que pode ser pior do que ter de almoçar hoje só sopa?
-Ter de o fazer durante uma semana inteira.

Há alguma coisa pior do que ter uma panela gigante de sopa para comer durante uma semana porque moramos sozinhas e é feio deitar comida fora?
-Sim. Ter uma panela gigante cheia de sopa com sal a mais.

sábado, 8 de outubro de 2011

Purividu III

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Purividu II

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Strip na política



Aceitam-se sugestões de mulheres políticas portuguesas para experimentarem o método aqui.

Purividu I

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Outra vez "monitorizados"?

 

(JN)

Em 1974, Passos Coelho tinha 10 tenros anos. Não é, por isso, crível que alguma vez se tenha manifestado contra a ditadura ou que tivesse ficha na PIDE, e o seu amor pela democracia será acrisoladamente teórico.

No entanto, sabe tudo o que, sobre manifestações, importa saber ao presidente de uma comissão liquidatária da democracia social e económica por conta dos "mercados" e da Sra. Merkel , e que não passa por essa esquisitice constitucional que é a liberdade de manifestação.

E, como o povo tende a ser pobre e mal agradecido quando lhe tiram o pão, já terá posto o ministro das Polícias (contemplado, no OE para 2012, com mais 400 milhões de euros, quando todos os outros ministérios viram os orçamentos reduzidos) a tratar do caso, "monitorizando", segundo informa o DN, "grupos, organizações e protagonistas" através das secretas e reforçando os "operacionais" das "unidades de manutenção da ordem" (apesar de tudo, a expressão "Polícia de choque" era menos hipócrita).


J. S. Bach - Swingle Singers

Cartoon de Rodrigo, no Expresso - II

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Coisas do outro mundo



Depois dos seis mil milhões de dívidas vivas e a rabear descobertas nas contas de Alberto João Jardim, alguém se pôs, de novo a mando da "troika", a espiolhar a base de dados da Administração Central do Sistema de Saúde e deu com 500 médicos mortos, alguns dos quais, segundo noticiou o "Público", continuam a passar receitas.
A notícia é omissa quanto ao facto de os falecidos continuarem ou não a receber salário, embora seja admissível, tratando-se de mortos, que trabalhem só para aquecer.
Cadáveres adiados que procriam receitas é cousa de grande assombração, sobretudo num país onde tantos mortos se sentam quietamente há anos nas bancadas do Parlamento e em gabinetes ministeriais e institutos sem procriar nada que se veja a não ser despesa pública.


Cartoon de Rodrigo, no Expresso - I

domingo, 2 de outubro de 2011

+ ciência profunda

Elias, o sem-abrigo II

sábado, 1 de outubro de 2011

Dia Mundial da Música

Parte do célebre "Vocalizo" de Rachmaninoff.

O pão e o pau

(JN)

A propósito dos sacrifícios que o Governo vem impondo a trabalhadores, pensionistas, pobres e desempregados, Francisco Van Zeller, ex-patrão dos patrões, manifestou-se certo de que (disse-lho um passarinho) "não podemos evitar que haja manifestações na rua".
Se não "éramos um povo de molengas". "Já viu o ridículo que era este povo aceitar os sacrifícios e não ir para a rua, não fazer um desfile?" "Parecíamos parvos ou mortos."
Passos Coelho parece ter a mesma opinião e não acreditar que o Ministério da Caridade, por mais movimentos nacionais femininos que crie, resolva o assunto. Por isso, falando em Campo Maior no encerramento da "Festa do povo", deixou um solene aviso ao dito povo: "Pode haver quem se entusiasme com as redes sociais e com aquilo que vê lá fora, esperando trazer o tumulto para as ruas de Portugal", mas esses descobrirão "que também sabemos decidir".